"Que me perdoem se eu insisto nesse tema, mais não sei fazer poema ou canção, que fale de outra coisa que não seja o amor. Se o quadradismo dos meus versos. Vai de encontro aos intelectos que não usam o coração como expressão."
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Me desencontrei dos meus pensamento, tudo ficou tão frio que vagamente me sinto um cadáver. Uma morta nata não meche e não fala, uma artista fajuta sem textos clichês levemente decorados e soltos no ar.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Estou preza dentro de um sonho que eu inventei. Me sequei por dentro que nem minhas palavras conseguem soar de modo favorável a minha dor. Estou tão cansada que até o tédio foge de mim.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
A memória me trás os reflexos dos uivos humanos e das cenas de medo. Um e outro confessam a todo tempo o que o mundo me trouxe e indignados soam ofensivamente meus erros sem dar tréguas às trevas de dor.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Tenho uma poesia por minuto, segundo e milésimo, mas quando minha mente as apaga as palavras lastimavelmente se destroem formando um paradoxo maior de ausência.
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Falsos sorrisos no meio da noite, gritos, uivos gemidos, trevas, tempestades e já não sei onde estou.